terça-feira, 30 de março de 2010

Pequeno Desabafo: 31/03/2005 – Um dia que deveria ter sido Mentira.

Um pequeno desabafo: Cinco anos se passaram e eu ainda fico melancólico nesse dia, deveria ser tão fácil esquecer, desprezar essa situação como tantas outras que eu esqueço, mas não dar, não ainda, talvez nunca. Como é patético o lado direto da existência humana.

Futilidades do destino por mais irreal que ele seja, ingratidão de bons tempos que se foram e não voltam, uma nostalgia doentia que te priva de um futuro a muito sonhado, uma banalidade ordinária que te destrói, te recria, te molda: você exala uma frieza que fere, até mesmo aqueles que você mais ama. Você ainda ama? Mesma as mais céticas das mentes rogam aos céus para que sim. Uma cela maldita que te prende, correntes de egoísmo, escuridão que te impede de ver que ainda há pessoas ao seu lado, que apenas uma se foi, muitas ficaram, mas você está cego, perde a sua concepção de lógica e simplesmente sofre, sem se importar com quem assiste esse patético baile de máscaras, esconda tudo e aproveite ao máximo, pois o baile está acabando. Já acabou... faz frio lá fora, mas todos tem que sair, afinal estamos todos amaldiçoados a perder, cedo ou tarde, aqueles que mais amamos.

                                                                                                                                Para sempre... J.Jay.


Valorizemos sempre o começo... pois não existe fim, apenas outro começo.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Pequeno desabafo: Luzes, Drama e Reboletion

Um pequeno desabafo: Eu gosto de ir ao teatro. Artes em geral me atraem muito e sempre que posso vou a um concerto, exposição, shows... a mais recente foi a peça teatral Fundo Reyno, aquela que eu havia divulgado aqui, juro que tentei ir na estréia, para poder sugerir ela ou não há vocês, mas devido o tempo, a falta dele melhor dizendo, eu só pude ir na penúltima apresentação.


Seria muita prepotência minha afirmar se a peça é boa ou não, independente do que eu penso houve muito trabalho e investimento nela, tanto dos atores quando dos investidores, seria muito injusto fazer criticas. Havia vários espectadores lá, cada um com um ponto de vista diferente, uma formação diferente e logo eu para julgar essa peça? Bom o blog é meu e eu paguei para ver a peça, logo posso dizer o que quiser.

A peça é boa, não é o grande espetáculo que a propaganda diz, mas é boa. De 0 a 10 a minha nota é 7, algo razoável não?

O enredo é meio confuso no começo, mas a história se desenrola, fica interessante e um tanto cômica. Me prendi na atuação de duas atrizes em especial, apesar de todos trabalharem bem a expressão dessas duas se destacavam. Outra atriz me assustava bastante. Isso me deixa confuso: Se a peça é de fato tão boa, em enredo e interpretação, porque a nota 7?

Bom talvez pelo fato do teatro paraense não ser tão valorizado como deveria. A divulgação foi grande, isso me espantou um pouco, mas não apenas universitários vão ao teatro, alguém deveria dizer isso aos divulgadores. As instalações não eram refrigeradas, artistas e espectadores estavam assando naquele espaço, em especial uma atriz que vestiu umas quatro mantas durante a apresentação. O conforto em si estava debilitado durante a peça. E não há como apreciar um verdadeiro “espetáculo” naquelas condições, não importa o quanto ele seja bom. O público paraense precisa aprender, também, a se portar no teatro, ainda somos bastante imaturos neste quesito de apreciação artística.

Pela peça em si (Artistas e colaboradores, enredo e interpretação) eu dou a minha mais que humilde nota 10. Mas pelo atraso, calor, descaso e desconforto. Reduzo para 7. Espero que compreendam o porquê deu não citar nomes neste post. (Não é algo pessoal é apenas sexo. XD)

terça-feira, 23 de março de 2010

Pequeno Desabafo: Transporte Público

Um pequeno desabafo: Entre ônibus, taxi e carro próprio, eu prefiro ir andando, ou de bicicleta.

Em uma cidade como Belém, onde temos poucas vias e muitos carros é inevitável o congestionamento no trânsito, é horrível: estressante e desgastante, para quem dirige e para quem anda. Poluição sonora e atmosférica atingem a todos que estão neste ambiente insalubre.


Já ouvi muitas pessoas reclamando do “trânsito” de Belém, mas o “trânsito” não é o problema, na verdade o que todos nos queremos é “trânsito”, motoristas e pedestres, vias e calçadas, e “trânsito” é algo que não temos em Belém. Perdão pelo pleonasmo, mas creio que foi necessário, afinal é algo que nem todos irão entender, afinal muitos não sabem a diferença entre trânsito e congestionamento. Uma fuga deste inferno seria o transporte público, bom pelo menos deveria ser.

Andar de ônibus, além de lhe poupar dos estresses do congestionamento, afinal o passageiro é quem menos sofre nestas situações, ajuda na preservação do meio ambiente, porém o cidadão fica sujeito a outros estresses e outras formas de congestionamento: A falta de educação dos motoristas e cobradores, e a lotação de passageiros.

Em Belém a passagem de ônibus custa R$1,90, mas casualmente algumas pessoas pagam R$2,00 devido a falta de troco do cobrador, apenas dez centavos, mas que eu imploro à todos, SEMPRE COBREM O SEU TROCO. Por mais constrangedor que possa parecer, mas não é: Não deixe as empresas de transporte publico ganharem as suas custas, pelo mais do que elas JÁ ganham. R$1,90 já é um preço abusivo, se levarmos em consideração as condições dos ônibus e vans.

Infelizmente muitos estão presos a essas empresas sem outras opções para trafegar em Belém, afinal nem todos têm carro e não da para ir andando ou de bicicleta para todos os lugares, logo ele fazem o que bem entende, e os fiscais nada vêem. A tendência é esse preço abusivo crescer mais e mais, até a população tomar uma atitude drástica. Eu sou de uma época em que a meia passagem custava 55 centavos... Tal época voltará um dia? Com certeza não, mas o preço da passagem pode baixar.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Pequeno Desabafo: Fundo Reyno

Um pequeno desabafo: Durante uma aula de jornalismo impresso, essa peça surgiu como tema de trabalho. Eu vou, leia a seguir e decida se vai também.



Novo espetáculo de Walter Freitas tem estréia marcada para dia 18, mas os ingressos começam a ser vendidos antecipadamente nesta segunda-feira, 09.

O espetáculo FUNDO REYNO, com texto, música e direção de WALTER FREITAS já tem estréia agendada em Belém para o próximo dia 18 de março. A peça mereceu da Funarte o Prêmio Myriam Muniz de Teatro e conta a história de um quadrilátero amoroso envolvendo pajés-sacacas que disputam a posse da chave que lhes abre todo o poder mágico do fundo das águas amazônicas.


As sacacas traduzem a alegoria da luta pelo poder, a inclemência de corações fechados e a crueldade da natureza humana. “Trata-se de uma fábula sobre a sede de poder”, diz o autor.
“Nessa busca desesperada e incessante, as pajés se lançam através do mundo das águas, por sobre a terra e pelos ares das florestas, sobre as copas das matas fechadas, na busca de um homem que faz parte do espólio, atrapalhadamente atravessado o caminho delas”, explica.
E do cajerê, da briga, da tramóia, da traição e da vingança saltam ervas, os peixes e os rios, além da floresta. O espetáculo leva o espectador a percorrer junto às sacacas, a Amazônia e a alma humana, em toda a sua esplendorosa gama de sentimentos.

A encenação é fruto de uma pesquisa realizada pelo autor na Vila da Barca, bairro da periferia de Belém, onde foi feito o estudo e captura de tipos, comportamento e ações das personagens.
Do texto, saltam cenografia, figurinos, luzes e formas de vestir, de ver e de ouvir uma música inesperada, que gera conceitos da sistematização de conhecimentos corpóreos, da dramaturgia teatral paraense.

Elenco:
Juliana Medeiros - Pajé-Sacaca Venina
Pauli Banhos - Viúva Zulmira
Wellingta Macêdo - Nhá Luca / O Bicho
Andréa Rocha - Antero Denizar
Mônica Lima - Bandeireiro da Folia
Akel Fares - Rabequeiro da Folia
Walter Freitas - Violeiro da Folia

Equipe Técnica:
Maurício Franco - Cenário e Figurinos
Tiago Ferradaes - Design de Luz
Pauli Banhos - Assistente de Direção
Luciana Medeiros - Assessoria de Imprensa
Jaime Souzza - Fotografia
Nhãnhã Çayré - Design Gráfico
Mindiyara Uakti - Partituras
Waldiney Machado - Confecção de Tambores
Pedro Bolão do Laguinho - Caixa de Marabaixo (Macapá-AP)
Cristina Costa - Produção
Walter Freitas - Música, Direção Musical, Dramaturgia e Direção Geral

Espetáculo “FUNDO REYNO”. Estreia dia 18 de março, às 20h, no Teatro Waldemar Henrique – Pça. da República. Fica em cartaz até dia 28, sempre de quinta a domingo. Ingressos com venda antecipada por R$ 8,00, a partir de segunda-feira, 09 de março, na loja Na Figueredo – Gentil próx. entre Dr. Moraes e Beijamin Constant. Mais informações: 8110.5245 / 8134.7719. Nos dias de espetáculo, R$ 10,00 com meia para estudantes.

domingo, 14 de março de 2010

Pequeno Desabafo: Fórum Social Mundial

Um pequeno desabafo: Eu posso está colocando a minha cabeça à prêmio ao tocar neste assunto, mas que se dane, os esquerdistas já me querem morto mesmo, e os direitistas e os centristas também. O fórum social tem sua importância, mas tenho severas criticas construtivas a fazer. Irei extrair ao máximo da minha expressão escrita, porque esse é um assunto delicado e não posso deixar ambigüidades.



Em sua origem, foi proposto como um contraponto ao Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, que é realizado anualmente, em janeiro. Considerado o criador do Fórum Social Mundial, o engenheiro Oded Grajew, acredita que desde a primeira edição em Porto Alegre, em 2001, sua criatura "amadureceu, se consolidou e se espalhou pelo mundo". O Fórum Social Mundial (FSM) é um evento altermundialista organizado por movimentos sociais de diversos continentes, com objetivo de elaborar alternativas para uma transformação social global. Seu slogan é “Um outro mundo é possível”. O FSM pretende ser um espaço aberto e democrático. Tem-se demonstrado um grande momento de encontro da esquerda mundial, do movimento antiglobalização, e dos movimentos sociais, contando sempre com grandes personalidades e líderes planetários. Blá blá blá...

Gosto de política, ela é fascinante, poucos sabem, mas o seu objetivo é harmonizar a relação entre os povos, civilizações, pessoas. Enfim mesmo em um grupo pequeno existe política. Por isso soa ridículo aos meus ouvidos alguém dizer que odeia política. Mas não entremos neste mérito.

Como visto o FSM afronta diretamente o capitalismo, mas no que pude perceber este fórum virou apenas mais uma peça de consumo do sistema. Deixe-me Explicar:

O capitalismo é cruelmente fantástico, ele consegue se adaptar e converter sistemas paralelos à sua existência; o socialismo real, uma distorção do ideal, por exemplo, foi o principal sistema a por em cheque todas as convicções capitalistas, porém por obsessão (a de destruir o capitalismo), esqueceu o social e começou a visar a industria bélica. Industria e socialismo são uma combinação que não deu muito certo, somado aos poderes plenos de lideres ditatoriais quase foi um grande estouro. Literalmente.

A Guerra fria se foi e o socialismo foi “derrotado”, mas esse sentimento esquerdista ainda existe e ele é grande: Um grande mercado consumidor. O capitalismo converteu o seu rival em produtos, desde bandeiras, camisas do Chequevara até grandes eventos sociais, que rendem um bom saldo ao sistema do capital. Em Belém, durante o fórum social, uma lata de coca cola, estava custando quase 5 reais. UMA LATA DE COCA COLA NUM EVENTO SOCIALISTA! Em breve veremos o Ronald Mc Donald disfarçado de Fidel. Até mesmo idéias viraram produto, cheque o preço dos livros. A China que se diz Socialista - se você parar pra pensar ela está mais para uma anomalia política e econômica – também esta sendo aos prazeres capitalistas. Honestamente prefiro mil vezes ficar nas mãos dos americanos do que na dos chineses. O ideal seria não ficar na mão de ninguém, mas seria muita ingenuidade da minha parte dizer isso.

E o FSM se tornou isso, um grande evento social que rende capital ao sistema. Não apenas isso, ele ilude ideologicamente as pessoas: Existe muita gente que tem esse sentimento de mudar o mundo, ver no FSM uma forma de contribuição, ele vai, grita, esperneia, gasta energias, protestas e ouve idéias que o deixa mais motivado e volta pra casa com um sentimento de: “Eu fiz a minha parte, eu ajudei a mudar o mundo”

Acabou o FSM de 2009 e Belém não mudou em nada. Pelo menos no Fórum Econômico as mudanças são mais “visíveis”. Precisamos de idéias, mas também ação. Passeatas e protestos podem mudar as coisas, mas verdadeira revolução só ira acontecer quando tirarmos as pessoas erradas do poder e criarmos um novo sistema que vise a educação, a formação e os valores humanos. O FSM é um avanço, mas precisa reformular as suas iniciativas. E principalmente, precisamos retirar a esquerda da criminalidade, O MST é um movimento, dito esquerdista. Você já se perguntou onde eles conseguem as suas armas? E por onde anda os idealizadores deste movimento? VOCÊ PELO MENOS SABIA QUE ELES TÊM PRATIOCINIO NÉ?

Esquerdismo não é da dinheiro na mão do pobre e nem por pão na boca de vagabundo, e sim é dar oportunidades. Alguém precisa dizer isso ao patrono das “bolsas esmolas”.

Pequeno Desabafo: Stewie Griffin

Um pequeno desabafo: Ando muito ocupado, devido pesquisas e trabalhos da faculdade, então decidir postar hoje um clipe musical de Bryan Adams: Onde ele incorpora  a personagem Stewie Griffin (meu personagem favorito) da série - Family Guy (Um familia da pesada - Tradução para o português Br).  

Quem é Stewie Griffin?

Stewart Gilligan Griffin (ou simplesmente Stewie) é um personagem da série de animação de comédia Uma Família da Pesada (Family Guy). Seus pais são Lois e Peter Griffin; seus irmãos são Chris e Megan Griffin; seus melhores amigos são Brian Griffin (o cão que age como um ser humano) e Rupert (o urso de pelúcia). Tem um meio-irmão, Bertram.

Stewie já se apaixonou por Olivia (que ficou uma actriz famosa), Janet (que conheceu numa creche), e Liddane (sua baby-sitter), não tendo muita sorte no amor.

Na dublagem em inglês (feita pelo criador da série, Seth MacFarlane), Stewie tem um sotaque britânico (o que é muito irônico já que a família Griffin é americana). Seu plano secreto é dominar o mundo. Ele, ao contrário da tendência, odeia sua mãe, usando-a apenas para ganhar alimento. É extremamente pragmático e maquiavélico, adotando quaisquer meios para atingir seus objetivos, como por exemplo quando espancou Brian para que este lhe pagasse cinquenta dólares. Apesar de ser um bebê, ele se expressa com perfeição e tem idéias adultas (exceto quando relativas a sexo) misturadas com pensamentos próprios da infância, como brincar e falar com bonecos.

Bryan Adams?

Bryan Guy Adams, mais conhecido como Bryan Adams (Kingston, 5 de Novembro de 1959), é um cantor, compositor e fotógrafo canadense.

Nos anos 90 Bryan se volta a um som romântico - essa fase é a mais conhecida do público em geral. É dessa época o seu maior sucesso o álbum Waking up the neighbours em 1991, produzido por Mutt Lange, continha a balada "(Everything I do) I do it for you" (da autoria de Michael Kamen); esta canção de amor fez parte da banda sonora de "Robin Hood: Prince of Thieves" e foi um enorme êxito em todo o mundo. Depois desse álbum surgiu o "So far so good", uma espécie de coletânea contendo os hits de sucesso até então.

Stewie Griffin - Everything I do I do it for you (Bryan Adams)



Everything I Do (I Do It For You) Tudo Que Eu Faço (Eu Faço Por Você)

Look into my eyes - you will see Olhe dentro dos meus olhos e você verá
What you mean to me O que você significa pra mim
Search your heart - search your soul Procure em seu coração, procure em sua alma
And when you find me there you'll search no more E quando você me encontrar lá você não procurará mais

Don't tell me it's not worth tryin' for Não me diga que eu não estou tentando
You can't tell me it's not worth dyin' for Você não pode me dizer que eu não estou morrendo
You know it's true Você sabe que isso é verdade
Everything I do - I do it for you Tudo que eu faço, eu faço por você!

Look into your heart - you will find Olhe dentro de seu coração e você encontrará
There's nothin' there to hide Lá não há nada pra se esconder
Take me as I am - take my life Me aceite como eu sou, roube minha vida
I would give it all - I would sacrifice Eu lhe daria tudo, me sacrificaria

Don't tell me it's not worth fightin' for Não diga que eu não estou lutando
I can't help it - there's nothin' I want more Eu não posso ajudar, não há nada que eu queira mais
Ya know it's true Você que isso é verdade
Everything I do - I do it for you Tudo que eu faço, eu faço por você!

There's no love - like your love Não existe amor como o seu amor
And no other - could give more love E nenhum outro poderia dar tanto amor
There's nowhere - unless you're there Não há nada falatando se você estiver lá
All the time - all the way O tempo inteiro, de todos os meios...

Oh - you can't tell me it's not worth tryin' for Você não pode me dizer que eu não estou tentando
I can't help it - there's nothin' I want more Eu não posso ajudar, não há nada que eu queria mais
I would fight for you - I'd lie for you Yeah, eu brigaria por você, eu morreria por você
Walk the wire for you - ya I'd die for you Ando milhas por você, yeah, Eu morreria por você

Ya know it's true Você sabe que isso é verdade...
Everything I do - I do it for you Tudo que eu faço, eu faço por você!!

quinta-feira, 11 de março de 2010

Pequeno Desabafo: O Luisísmo

Um pequeno desabafo: Perdi minha religião à alguns anos atrás, então para saciar a minha enorme “fé criacionista” decidir criar eu mesmo, minha própria religião – O LUISÍSMO!
Antes que eu seja acusado de narcisista, egocêntrico e impetuoso, eu não me intitulei Deus na minha religião, na verdade, segundo o Orkut, eu sou alguém com uma vida espiritual independente de religiões. Quinze amigos meus já aderiram ao Luisísmo, apesar de nós nunca termos nos reunidos para fazer um culto, e provavelmente nunca iremos, mas é engraçado ouvir pessoas dizendo que são da minha Igreja.

Certa vez minha fé foi atacada por pessoas de uma igreja na qual o nome eu não vou revelar, mas foi muito engraçado porque eles realmente acreditaram que o Luisísmo era um grande igreja oriental. KASUHASUHASUHASUHASUHASUHASUHASASUHASUHASUHASUH
Que idiotas. Para celebrar o retorno do Luisísmo, uma série de vídeos religiosos para trazer luz a essa porcaria que você chama de vida.

I'm a Angel... my name is LUCIFER!

Está Infeliz?
Seu filho é viado e usa a drogas?
Seu Marido lhe espanca?
Você ver espíritos e vultos negros na sua casa?

ENTRE PARA O LUISÍSMO!!!
PAZ E AMOR NA SUA VIDA NOS PRIMEIROS 45 DIAS OU O SEU DINHEIRO DE VOLTA!

6X PARCELAS DE R$666,66, SEM ENTRADA E NEM JUROS.
ACEITAMOS VISA OU MASTERCARD
USUARIOS DO AMERICAN EXPRESS TEM LUGAR GARANTIDO NO PARAISO

E NÃO PERCAM, POR UMA DOAÇÃO DER$66,66 VOCÊ RECEBERÁ 66 VIRGENS AO MORRER

E SE VOCÊ QUISER AGRADAR DEUS, POR APENAS RS6,66 RECEBA UM LINDO CHAVEIRINHO DO LUISÍSMO.

Enjoy

E Agora a sessão de vídeos para agradarmos ao senhor! ALELUIA!

Pastor Adultero!



Hehehe...

Pastor Goku



Sinta o poder da Fé




Pastor Zangief



Sai da frente Satanás!

Pastorinha dos Infernos



DELA EU TENHO MEDO!

PADRE PINTO



AMÉM!

Pequeno Desabafo: AMATERASU!


Um pequeno desabafo: Eu assisto/leio animes e mangás, mas estou longe de ser um Otaku*, na verdade eu sou meio tradicionalista no quesito “desenhos japoneses”- ps. Nunca fale isso na frente de um otaku pode não ser muito auspicioso, eles não admitem que animes e mangás são desenhos – Eu sou muito fã dos animes mais antigos como Inuyasha, Pokemon, Dragon Ball, Dragon Ball Z, Yu-gi-oh (tenho meu velho Deck guardado até hoje), Saskura Card Captors (Porque não?), os mais recentes que eu ainda vejo são Naruto e Death Note. Vale ressaltar: Eu não abro mão do bom e velho Woodpecker ou The Grim Adventures of Billy e Mandy, por nenhum desses desenhos japoneses. Mas não vim hoje para falar mal dos Otakus, por mais ridículos que possam ser alguns deles, e nem criticar algum anime especifico, meu único objetivo hoje é exaltar a sabedoria por trás dos desenhos animados.


*Otaku: No Japão, Otaku é um termo pejorativo para fãs obsessivos de anime, mangá, games, computadores, ídolos pops e qualquer outro hobby. No Brasil, refere-se a qualquer fã de anime e mangá, mas sem a mesma carga negativa.



Exemplo: Naruto


"Não desvie o olhar. Quando se vive como um guerreiro, é desse jeito que se acaba." - Hatake Kakashi

"Há momentos que palavras de compaixão so pioram as coisas." - Hatake Kakashi

"Se você ama alguma coisa, protege-a com seus dois braços, nem que tenha de arriscar sua própria vida." - Kaiza

"Aqueles que não cumprem as suas missões são tratados como lixo, mais os que abandonam os seus amigos são piores do que lixo." - Hatake Kakashi

''Não há razão para trabalhar duro se você não confiar em sí mesmo.'' - Gai

''Você não é perfeito...você comete erros e fica mais forte por causa deles. Eu acredito que essa é a verdadeira força.'' - Hyuuga Hinata

''Enquanto vivemos precisamos de um significado, uma razão, se não é a mesma coisa de estar morto.'' - Sabaku no Gaara

"Quando alguém entende o que é o amor também entende o que é o ódio." - Uchiha Sasuke



Algumas pessoas têm preconceito em admitir que desenhos animados, podem nos ensinar muito mais do que apenas divertir, não falo desses desenhos “educativos” que tratam as crianças como retardadas.


Falo de desenhos “normais”. Naruto e Dragon Ball, por exemplo, tem personagens fantásticos que servem de exemplo para muitas pessoas, Naruto e Goku com a sua vontade inabalável, Itachi com o seu altruísmo heróico (apesar dele ter matado os país), até aos desenhos mais críticos como os Simpsons, uma família da pesada e as Terríveis aventuras de Billy e Mandy; eles são engraçados, críticos e de certa forma educativos. 



Tá certo não é qualquer um que entende, mas eu vejo os Simpsons, por exemplo, desde os meus cinco anos de idade, e mesmo criança eu entendia algumas paródias. Em vários desenhos eu já vi citações ricas de personagens literários, Com o Lord Byron em The Grim Adventures of Billy e Mandy, Tom e Jerry tem como trilha sonora músicas eruditas, de grandes compositores como Beethoven e Mozart, Death Note trabalha com o raciocínio lógico e dedutível e por ai vai. Há inúmeros exemplos, mas eu estou com preguiça de citar todos.



No Japão, usam animes, para reafirma a sua cultura perante a globalização, assista Naruto clássico e você terá um excelente exemplo disso. Já conversamos que desenhos têm um grande poder de persuasão que podem ser direcionados para educação. Porque o Brasil não segue o exemplo japonês e cria metragens animadas retratando o nosso país?




Sejamos francos não temos grande resistência cultural, sedemos fácil aos costumes internacionais, principalmente os norte-americanos, criar desenhos exaltando a nossa cultura seria uma boa forma de defesa não? As principais afetadas seriam as crianças, preciso dizer que elas são os cidadãos de amanhã?

Porque AMATERASU?


Além de ser um dos meus jutsus favoritos, ele é um exemplo clássico da manifestação da cultura japonesa em seus animes. Poucos sabem, mas Amaterasu (天照) Também conhecida como Ama-Terasu-Oho-Mi-Kami (天照大神) é a Deusa do sol, divindade japonesa que vela sobre os homens e os enche de benefícios. Nasceu do olho esquerdo de Izanagi e domina o panteão Xintoísta, em que figura um número de personificações das forças naturais. Sua representação é uma linda japonesa de mantos nobres empunhando um disco solar.

terça-feira, 9 de março de 2010

Pequeno Desabafo: Dor de Consciência Ambiental

Um pequeno desabafo: Hoje eu tive um surto de consciência ambiental. Assisti um vídeo no Youtube, e particularmente, ele me fez sentir um bosta, “Story of Stuff” é o nome dele e faz severas criticas ao nosso modo, consumista, de vida. Graças a isso decidi ser um bom cidadão americano e comecei a reciclar aqui em casa.

Uma idéia nobre e politicamente correta, porém inviável em uma dita capital denominada Belém, eu gostaria de falar do Brasil como um todo, mas irei me limitar a meu humilde “universo natal” afinal eu ainda não conheço todo esse país.

Voltando ao assunto decidi reciclar aqui em casa, mas não apenas isso, eu fui atrás de outras pessoas que tivessem esse ideal, encontrei lixeirinhas seletivas em pouquíssimas partes da cidade, algumas nos bairros mais nobres, outras nas universidades e em prédios públicos, todavia mesmo com essa iniciativa governamental as pessoas misturavam o lixo, então vieram as campanhas de conscientização e alguns passaram a aderir a coleta seletiva, plausível escolha, mas uma bela manhã eu vi o caminhão de lixo passar, o gari desceu, pegou as latas seletivas e jogou o material “separado” no cargueiro, misturando ao lixo comum, ou seja, não adiantou nada a “conscientização” da população.

Estamos em uma guerra sem soldados, não adianta nada os cidadãos reciclarem, mesmo que apenas a minoria faça isso, se o nosso adorável governo mistura todo o lixo de novo, reciclagem é o MINIMO DO MINIMO QUE PODEMOS FAZER, não resolve muito, mas ameniza e é um começo, uma iniciativa civil pequena, mas ela existe.

A maioria não recicla, não existem muitas lixeiras comuns e nem seletivas na cidade e a minoria que faz coleta seletiva tem a sua “boa ação ambiental” desfeita pelo poder público. Resultado? Dê uma volta em Belém e você verá.

Existe uma porcentagem de reciclagem na cidade, mas ela é feita pelos nossos “cidadãos invisíveis”, catadores de lixo, geralmente moradores de rua ou pessoas que vivem em lares com condições miseráveis. Eles são os responsáveis pela pouca reciclagem que existe na cidade, não por consciência social e sim por questões de sobrevivências, afinal eles ganham poucos trocados por isso.

Ok, eu exagerei um pouco, confesso, existem institutos que trabalham com a reciclagem, gerando artesanato, peças artísticas e tudo mais, porém eles não têm todo o reconhecimento que merecem e nem apoio governamental, quando o tem é bem pouco, que nem os nossos amigos catadores de lixo.

O mais engraçado de tudo isso é que todos culpam todos. Os paraenses dizem que são os maranhenses porcos que vem e sujam a cidade, os maranhenses dizem que são os paraenses porcos que sujam cidade, e no final todos acusam todos de serem porcos que sujam a cidade. Mas no final os verdadeiros porcos são as políticas que regem esse Estado, o Pará é rico, mas continua pobre e muitos se perguntam o porque?

Não há grandes investimentos na educação, propagandas falsas de melhorias são criadas pelo governo, que ainda não percebeu que criar propaganda não melhora educação, e esse sistema econômico fraco nos faz vender nossas riquezas a preço de banana como se fossemos uma puta barata. Mas nem por isso devemos desistir, os poucos seres pensantes devem se unir e pensar em soluções para os mais diversos problemas da cidade, do Estado e do país. Desde os “cidadãos invisíveis”, coletas seletivas efetivas e um bom saneamento na cidade, até principalmente numa educação de qualidade, não apenas no fundamental, mas também no nível médio e superior que andam bem carentes. O Brasil tem muitos intelectuais, porém eles vão para o exterior onde são mais valorizados, e a cada pensante que se vai, dez nascem aqui, infelizmente eles não são estimulados o suficiente para desenvolver o seu potencial pleno e acabam se tornando civis superficiais. Uma pena.

O tão falado vídeo

Pequeno Desabafo - Avatar

Um pequeno desabafo: hoje eu quase fui crucificado, e pelo motivo mais ridículo do mundo, simplesmente por eu não ter gostado de "Avatar".

Tenho meus motivos para não gostar deste filme: Ele é hipócrita, puro clichê americano e muito Previsível (talvez pelo fato de ser clichê).

Hipócrita, pois o filme retrata um futuro apocalíptico onde nós, os "humanos malvados", destruirmos a terra com nosso modo de vida consumista, mas ele esquece de dizer, que o próprio filme é fruto desse sistema que destruiu o nosso mundo, além de mostrar o pior lado da humanidade, cometendo os mesmos erros em um novo mundo.

Muitos vem e dizem que esse filme é um protesto, um alerta ao sistema atual, que possivelmente nos levará a destruição completa da terra, mas se esquecem de dizer que “Avatar” é um marco na INDÚSTRIA CINEMATOGRÁFICA que gera enormes lucros, além de gerar brinquedinhos e cadernos dos nossos queridos “elfos azuis”.Em suma ele critica um sistema e ao mesmo tempo o fortalece mais ainda.

Clichê pq ele faz jus ao herói americano e previsível pq são 3 horas em que eu me senti um paranormal. Eu sabia exatamente o que eles iam fazer, sabia até como seria o final do filme, na verdade, qualquer uma que veja o começo do filme e descubra o nome dos “elfos azuis” pode dormi a vontade porque o resto do filme pode ser facilmente dedutível. Ou seja, da pra fingir que viu “Avatar”.

Como dito anteriormente, não gostei desse filme, foram 3h perdidas da minha vida, nem tanto porque teve amasso no cinema.

Mesmo com esses bons argumentos tente dizer isso para um “FÃnático” de “Avatar”, virou quase dogma ou doutrina religiosa, tipo “Harry Potter” ou esse novo “Harry Potter Grego” enfim os filmes hoje são uma porcaria, muitas luzes e efeitos especiais, mas pouquíssimo conteúdo, salvo algumas exceções.

Mas vamos dar um pequeno crédito ao filme: teve pesquisas, afinal o fato dos duendes ou elfos serem azuis e o nome do filme ser “Avatar” não são meras coincidências, investimentos (grandes investimentos) não apenas financeiro, mas tecnológico e de pessoas e tudo mais. Mas ainda assim não valeu o investimento, o rendimento foi superficial.

É a vida vamos gastar bilhões criando um filme de 3h que ira render mais bilhões na forma de bonecos de ação, cadernos e outros produtos temáticos. Vamos deixar as questões sociais para outros investimentos de menor dígito, mas que com certeza renderá muito mais lucros, porém não superficiais. Uma pena, para o sistema pelo menos. Ou não afinal os beneficiados iram trabalhar para ele mesmo.